Carbono negro aumenta efeito das mudanças climáticas

 Poluição. Queima de carvão aumenta as emissões de fuligem   


O aumento das taxas do chamado carbono negro na atmosfera acelera o aquecimento global, segundo estudo realizado pelo Instituto Scripps de Oceanografia de La Jolla, na Califórnia, Estados Unidos, e publicado na revista científica Nature.
O carbono negro é a fuligem proveniente da queima de biomassa, como lenha e carvão, e também de combustíveis fósseis. Segundo o estudo, os aerossóis de carbono negro absorvem a radiação solar, o que transforma o componente em um dos fatores que mais agravam o aquecimento global, atrás apenas do dióxido de carbono.
O estudo mediu as concentrações de fuligem em diferentes pontos da China. Uma das conclusões é que, como o carbono negro permanece na atmosfera por poucas semanas, a redução dessa fonte de emissões poderia ser uma das formas mais rápidas de mitigar as mudanças climáticas no curto prazo.

HUMANIDADE

Unesco revisa Lista do Patrimônio Mundial
A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco, na sigla em inglês) revisa, a partir desta semana, a Lista do Patrimônio Mundial. Delegações de 193 países estão reunidas desde ontem em Brasília para um encontro, com duração de 10 dias, que avaliará os lugares candidatos à lista, o estado de preservação e os riscos a que estão submetidos alguns dos bens já inscritos. Segundo a coordenadora da Unesco no Brasil, Jurema Machado, a expectativa é que 32 novos lugares, entre cidades, monumentos e áreas naturais, sejam nomeados patrimônio. Até o momento, a Lista do Patrimônio Mundial inclui 890 lugares de "valor universal excepcional".

ÁGUA

Larvas para medir a poluição de rio
Larvas de insetos e de outros animais estão sendo utilizadas para avaliar a poluição do Rio Santo Anastácio, na região do Pontal do Paranapanema, extremo oeste de São Paulo. O estudo, realizado pela engenheira química Renata Ribeiro de Araújo, do câmpus de Presidente Prudente da Universidade Estadual Paulista (Unesp), constatou que a qualidade das águas do rio é péssima, em decorrência de uso de agrotóxicos, do desmatamento e do depósito de lixo nas margens. O estudo utilizou larvas resistentes a poluição para testar a qualidade da água e, assim, inferir os níveis de contaminação.

CONSERVAÇÃO

R$ 350 mil para áreas particulares
Proprietários de reservas particulares do patrimônio natural (RPPNs) da Mata Atlântica (foto) podem participar, até 31 de agosto, do IX Edital de Projetos, que deve destinar R$ 350 mil para iniciativas de conservação. Informações pelo e-mail rppn@sosma.org.br.

Fonte: Estadão 

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