Bioetanol combustível: uma oportunidade para o Brasil

 

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CGEE | 2009

CGEE publica estudo junto com o Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Estratégico (Nipe), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que esclarece o papel do bioetanol combustível no Brasil para os próximos anos.
Atualmente, o Brasil exporta somente 15% da sua produção de etanol de cana-de-açúcar. Isto está longe do potencial do país, cuja área ocupada com cana era de 5,8 Mha em 2005 (Food and Agriculture Organization – FAO, 2008). O objetivo deste estudo foi verificar quais as necessidades do país para produzir, de maneira sustentável, grandes quantidades de bioetanol combustível visando o mercado externo, além de destacar os fatores que convergem para transformar o bioetanol em um projeto desenvolvimentista.

Estima-se que o consumo mundial de gasolina em 2025 seja de 1,70 trilhão de litros. No estudo, foram analisadas as condições necessárias para que o Brasil atenda essa demanda, substituindo 10% do consumo global de gasolina. Ele também levou em conta os impactos econômicos, sociais, ambientais e políticos, assim como a disponibilidade de terras, recursos humanos, condições naturais e tecnologia.

Junto com a Unicamp, o trabalho foi desenvolvido entre 2005 e 2008 em três etapas: “Estudo sobre as Possibilidades e Impactos da Produção de Grandes Quantidades de Etanol visando a Substituição Parcial de Gasolina no Mundo” (fases 1 e 2) e “Estudo prospectivo de solo, clima e impacto ambiental para o cultivo da cana-de-açúcar, e análise técnica/econômica para o uso do etanol como combustível” (fase 3).

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